Todos os anos o ranking das escolas dá que falar e este ano não falha à regra. O ranking avalia as escolas públicas e privadas a partir da média de notas obtidas nos exames nacionais do ensino básico e secundário.

Este ranking é normalmente utilizado para medir as melhores escolas em todo o país. Deste modo, é disponibilizado o acesso, a todos os cidadãos, de uma listagem das melhores e piores escolas para colocar os seus educandos (dependendo da região), permitindo-lhes ter uma noção geral do sistema de ensino nacional.

Anualmente, as escolas sofrem movimentações no ranking consoante as suas classificações, revelando, por vezes, grandes oscilações quando comparadas com anos anteriores. Este ano, o ranking foi marcado por algumas diferenças.

Como é habitual, o ensino privado marca os primeiros lugares do ranking nacional. No entanto, este ano, fá-lo com um cenário distinto. O primeiro lugar é, tal como no ano passado, dado ao Colégio Nossa Senhora do Rosário, no Porto. Mas, ao contrário do ano anterior, observa-se uma subida significativa das escolas públicas. Ascendendo à 27.ª posição no Ranking nacional. A primeira escola pública a surgir no ranking é a Escola Secundária Infanta D. Maria, em Coimbra, que subiu 8 lugares.

No que toca ao 3.º ciclo, as escolas públicas da capital, este ano, apenas começam a aparecer na posição 56, com a Escola Secundária Pedro Nunes. A nível do secundário, a capital apenas volta a aparecer na posição 67, com a Escola Secundária Rainha Dona Leonor, dando enorme destaque a todas as escolas de outros distritos do país que, em 2018, tiveram mais protagonismo do que as instituições lisboetas a nível de resultados nos exames nacionais.

Encontramos então assim, algumas novidades no ranking que mede a qualidade das escolas e do ensino português, e que, revelando algumas surpresas, permite observar uma subida considerável da escola pública (sempre muito atrás da privada) e um atraso das escolas da capital a nível de resultados quando comprados com escolas de outras regiões do país.

Podemos assim esperar obviamente que estes resultados, influenciem as escolhas referentes às escolas onde os educadores irão apostar, nos próximos anos colocar os seus filhos, bem como relativamente aos distritos de onde virão os novos universitários. É possível observar um interior com melhores resultados nos exames nacionais e as grandes cidades a ficarem colocadas cada vez mais para trás no que diz respeito aos resultados nos exames nacionais que dão acesso ao ensino superior.

Para saber o onde está a escola do seu educando, pode consultar o ranking através, por exemplo, do site da Renascença, neste link.

 

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